Escrevo por mim, para mim, mas preciso que seja aberto assim.

Me acho engraçada, uso deste meio para desabafar, escrevo sobre minhas dores, minhas banalidades, meus costumes. E para quem?
Acredito que seja tudo uma questão metafórica que minha mente criou e que só hoje entendi.
Não é coeso escrever em um lugar público textos que não desejo divulga-los, falo sobre coisas aqui, que morreria se soubessem. E deixo-os aberto, e acredito que seja pelo “risco” de alguém estar lendo.
Qual seria o sentido de desabafar para mim mesma? Nenhum!
Sei que falo com um computador, algo inanimado, sem sentimento, mas que de alguma forma “me entende”. Toda vez que transcrevo o que sinto, descubro algo que não fazia ideia. Todo texto que inicio vem com uma ideia principal, um porquê de escrevê-lo, mas quando acabo vejo que não segui o roteiro.
Hoje mesmo, agora a verdade, sentei para dizer um pouco mais sobre a minha cabeça em relação a ele, algo super inovador nos últimos 3432 posts. Que aí pensei em escrever sobre o masoquismo em que me ponho e que acabou se transformando nesse texto.

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